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walle

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

RecifEstranhO que não é tão safado quanto ela, trás para você a batida tecno-brega do ídolo e príncipe do Calypso Kelvis Duran! Vida e obra deste ícone nordestino e recifense, uma das figurinhas mais exóticas da cena brega dos últimos anos.
Tchaáááá

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Não me lembrava desse desenho, mas quando ouvi comentários sobre o mesmo algo familiar veio a minha mente... Ficou martelando e certo dia eu tava de bobeira pelo Rosarinho e pela primeira vez na história fui lanchar no famoso Zoo Burguer. Matei a charada!
Ah, o milho... existe hambúrguer de milho?

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Eu gosto do pastel de rua. Se você não gosta, tenho uma notícia para te dar: - Viverás mais que eu!!!!! Uma das comidas que ao sentir o sabor nas papilas gustativas, o coração vai ficando sobrecarregado com o entupimento das veias e artérias, que causam o aumento de pressão. E não há lugar melhor que o baluarte dos fins de noites e madrugadas da Zona Oeste, O Gato Doido! Esses pastéis são patrimônio pernambucano, tipo bolo de rolo e buchada de bode, e se encontram por toda a cidade.
Gato doido bombação no esquema de cores

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

No cruzamento da rua Cônego Barata com a Padre Roma, a Rosa e Silva e a Estrada do Arraial (se eu tiver olhado errado os pontos cardeais, é o cruzamento do hospital da Tamarineira onde tem as Casas José Araújo) praticamente todo dia tem show. Sempre tem, lá pelas 18:00 alguém fazendo arte. Fogo, monociclo, malabares, bolinhas, etc. Quando dá, paro para olhar mesmo sendo pedestre. Geralmente tiro algumas fotos que nunca serão premiadas ou expostas na Caixa Cultural, mas me divirto muito. Alguns deles são "hermanos", pois os escuto "hablando". Curtam aí.
Algo me diz que Felipe é o líder

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Aí você atravessou o mundo pra ver um jogo de bola aqui em Recife e enquanto espera o jogo fica com fome... vai no autibeque? No mequedonaldes? Vai nada, vai ter que comer pela rua mesmo, que você é um turista de várzea, um turista moleque igual ao futebol brasileiro. Então, sendo mais específico dá aquela vontade de um docinho e pá! Em cada esquina, em cada fiteiro, em cada carroça uma oportunidade pra você. Confira mais uma lista!

Pipoca tem no mundo todo, doce igual a daqui eu não sei. Sem mais.
Pipoca aaaaa, cheiro de pipoca espalhando no ar
4 - Churros
Em qualquer parque e praticamente todas as ruas do centro você come churros recheado. Procure os que são feitos na hora, são mais caros que os dormidos (1 real contra 50 centavos geralmente) porém muito mais saborosos. Coma quente e queime a boca com a massa açucarada-acanelada fumegante e alivie com o doce de leite.
Churros, churros, que não é o da dona Florinda
3 - Cavaco
O refinado sabor dos sinais, 10 vezes mais saboroso que qualquer profiteroles que o dinheiro pode comprar de "chefs" vaidosos e sem amor. Finíssima massa laminada com afiado sabor adocicado.
Profiteroles de cavaco, ou algo assim
2 - Nêgo bom
40 é 1 real, 40 nêgo bom é 1 real! Nunca descobri do que é feito, desconfio que a massa é de goiaba (ou de caju?) e que o açúcar é de cana. Se encontrar essa suculenta delícia compre, pois está cada vez mais difícil de encontrar (de comer 40 nem falo...).
Olha o nego bom em sua embalagem clássica
1 - Japonês / Quebra-queixo
Na minha infância de menino do interior, o melhor doce era o quebra-queixo. O cara passava gritando, todo mundo ia pras portas, quem ia comprar ele armava o tabuleiro e com uma ESPÁTULA de pintor tirava sua lasca daquele melado de coco, com a consistência mais liguenta e saborosa já inventada. Achei que nunca encontraria igual. Aqui em Recife eles chama o quebra-queixo de japonês, e, não me pergunte o motivo pois eles teimam em mudar o nome das comidas e defender essas heresias. O japonês eu dou um desconto, já que aqui tem um de amendoim e de castanha que completam a soberba do de coco puro.
Este poeta concorda com o quebra-queixo japonês!
Entra na posição meio por não ser bem uma comida, é gelo raspado com xarope mancha pulmão. Nesse calor, refresca pra caramba.
Quase certeza que foi feito com água do rio
0,25 - Mungunzá doce
Aí o recifense com sua mania de mudar o nome das comidas faz um melegô de milho e leite de coco e chama de mungunzá. Nunca cheguei perto, tenho medo de ser castigado e Thor jogar o martelo na minha cabeça. Nego-me, nego-me...

Rodolfo Nícolas é de rua.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Tá aí, vai ter ou não vai ter copa, ninguém sabe ainda como vai ser, mas se tu vens (tu vens, eu já escuto teus sinais) de fora pra Pernambuco ver algum dos jogos é bom ter uma noção de onde está se metendo. O RecifEstranhO vai dar algumas dicas desse esquema para você (mesmo o visual novo tendo atrasado igual as obras da copa...). Caso não entenda português, também fizemos esse texto para você e, ao colá-lo no google tradutor terá noção do que acontece.

E nesse primeiro guia, para se situar dos entornos da arena pernambucana, nada melhor do que música. Todo lugar que se preze algum trovador já escreveu alguma música ou cantiga falando de suas pradarias. Recife e sua região metropolitana estão na mesma (é, o jogo é alardeado que é em Recife mas na verdade é numa cidade vizinha, mas vou fingir que me pagaram e vou falar mais de Recife) e tem boas músicas falando de suas ruas e bairros. Segue a belíssima seleção feita por nossos redatores!

5) Bob - Otto
Nosso querido barriga branca que nunca está sóbrio nos shows, nos brindou em sua fase mais tecno-pop com essa beleza musical que gruda na sua cabeça igual chocolate hidrogenado não se desfaz na boca. Uma boa para ir se familiarizando com os nomes de bairros tradicionais da capital pernambucana.


4) Pelas ruas que andei - Alceu Valença
Com belo viés poético, Alceu fala de ruas e bairros tradicionais de Recife onde ele procurou alguém. Talvez ele nunca tenha encontrado, mas nada impede que você procure.


3) Guia de Olinda - Erastos Vasconcelos e Eddie
É injusto falar de Recife sem  falar em Olinda, são cidades irmãs e coladinhas. Dá pra ir de uma até a outra pegando um ônibus vale A. Erastos escreveu esse mapa falado de Olinda e suas ruas famosas e com jeito carnavalesco, mas foi com o(a) Eddie que todo mundo ficou conhecendo. E se tu vier pra Recife e não for em Olinda, tu falhou na vida.


2) Recife minha cidade - Reginaldo Rossi
Depois de já ter se acostumado com os nomes das ruas e bairros, escute o finado Rei do brega fala da sombra e água fresca de sua Recife (e Olinda também) idealizada e boa de praia.


1) Leão do Norte - Lenine
Tá, a copa tá marcada pra Pernambuco e o melhor clichê das coisas da nossa terra foram condensados por Lenine nessa composição clássica do cancioneiro popular nordestino. Ele fala de muitas coisas do estado que você tem que conhecer, claro que ele foca na região litorânea que é o lugar de onde ele é e onde fica a capital. Apesar de Pernambuco não ser só isso, dá um bom panorama do que está na superfície mas, acredite, o melhor está mais para o lado do interior.

0,5) Recife - Jorge Cabeleira
Mas em Recife e Pernambuco nem tudo é alegria e festa (na verdade é bem pouco), e, Jorge Cabeleira fala das diversas mazelas que afligem nosso povo desde muito tempo. E isso não vai mudar com a Copa e depois dela parece que também não...


Rodolfo Nícolas cantou Salgueiro em verso e prosa.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

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Por esses dias vai acontecer na Casa do Cachorro Preto em Olinda um curso de técnicas de pintura com aquarela ministrado por Beto França. Talento sobrando que pode respingar em você, saca aí no link: https://www.flickr.com/photos/betofranca/. Rapaz... apesar de nunca ter entrado no estabelecimento onde o curso vai acontecer, eu sempre me lembrava do meu companheiro Gonnosuke, que poderia ser muito bem descrito pelo nome da casa. 
Linda bb feita por Beto França - esta e as outras imagens foram retiradas do flickr do artista

terça-feira, 8 de abril de 2014

A cana-de-açúcar vindo da Zona da Mata para o Recife. Foto: reprodução do curta Acercadacana, de Felipe Peres
Eu não sei tomar caldo de cana. Nunca gostei de tomar essa bebida e não entendia o motivo. Hoje, após atingir a maturidade, compreendi alguns aspectos deste ritual. Sim, deste ritual. Recolher do caldo de cana a doçura do açúcar é complexo como a cerimônia do chá nipônica.
Ah, o doce sabor adocicado que molha os lábios e alegra o coração (tenho ouvido muitos bregas clássicos nos últimos dias)
Lembro que me chateava horrores com meus amigos tomando o caldo devagarzinho e comendo pão de queijo*. bebericavam, mordiam, conversavam e viam o mundo passar. Ficava agoniado com a demora e a paciência deles.

Esses dias fui fazer prova no Detran e resolvi tomar um caldo de cana na praça de alimentação de lá (aquelas barraquinhas que ficam em frente ao prédio). Fiz tudo errado e só aí pude ver no passado o caminho certo. Comprei, por R$ 2,00, um copo de 300ml e tentei tomar com goladas longas e rápidas. Apesar de ser um doce suave e muito saboroso, em doses cavalares arripuna a garganta! Também falhei em não comprar nada salgado para contrastar o sentimento das papilas gustativas.
Apesar da belíssima foto do canavial no começo do texto, provavelmente eu tomei caldo feito com cana plantado em algum quintal recifense
O caldo de cana tem que ser tomado lentamente, goles curtos alternados com algo salgado. Pequenas pausas para prosear ou contemplar o universo são essenciais para aproveitar o máximo dessa bebida. Uma boa música também ajuda muito e, nesse dia mesmo, tocava 100parea (a música do vaqueiro velho).

Esse que tomei foi feito num engenho C200, inox, motor a gasolina 3,4CV de 1740RPM. Comprei em frente ao Detran, mas também é possível encontrar na frente do Parque da Jaqueira e em vários outros lugares do Recife, como o Mercado de São José, por exemplo.

Rodolfo Nícolas chupa cana e assovia.

* Em Salgueiro pão de queijo é um pastel retangular recheado com uma massa à base de queijo (bem pouco queijo, bem pouco, pouco mesmo).
Esse espaço vago foi o CD de brega que eu comprei

sexta-feira, 4 de abril de 2014

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Fotos: Marcela Balbino/RE
Quando assistia a Fantástica Fábrica de Chocolate me recordo que sempre quis nadar naquele rio de chocolate. Sonhava com Willy Wonka (o original e não aquela coisa emo do remake, embora Johny Depp seja um gatxinho) me levando pela mão e me deixando escolher o que quisesse. Arrá. Nesta quinta-feira (3), me senti mais ou menos assim. Fomos convidados para conhecer o espaço da Lacta, no Shopping Recife, e conferir alguns produtos. Pedi a Nossa Senhora da Dieta, cuja oração eu nunca aprendi, coragem e obstinação para entrar no espaço, com teto cheio de ovo de páscoa, e não sair pegando todos.

No espaço, havia uma máquina que transformou eu e Rodolfo em bonequinhos, paper toys para ser mais profissional. É quase um mini craque, aquele da copa de 98. Mas, para ser mais precisa, é mais um origami tipo o Yoda de papel, tipo o do livro de Tom Angleberger. A ideia é tornar o ovo de páscoa algo mais especial e personalizado. Não apenas chocolate e embalagem colorida, a intenção é transformá-lo em um presente mesmo. É massa. O cliente pode comprar qualquer produto, apresentar o cupom fiscal e fazer o bonequinho. 

Pausa pro momento criança ;~~

Fiquei besta com a mini Marcela, não vou mentir. Carreguei na morenice, no sorriso e nos cachinhos. Rá! Morra de inveja você que passa horas com os cabelos cheios de bobs. Tentei colocar a camisa do Carcará em Rodolfo, mas não rolou. Ele ficou todo "empabecido" (aquele que está pabo, no vocabulário salgueirense) com o boneco dele. Seus filhos vão gostar. Seus amigos vão gostar. Os boyzinhos e as boyzinhas mais ainda!

Também fiquei feliz com a mudança de conceito nos ovos de páscoa. Lembro que na minha época (falou terceira idade), os modelos que dominavam eram os da Barbie, Hello Kitty e essas paradas. Mas hoje encontrei um bem legal de uma boneca zumbi. Achei digno e democrático. Feminismos à parte, é interessante essa fuga do padrão de beleza das princesinhas mi mi mi.

Porque no fim todas as princesas viram caveiras (pérola de Rodolfo)

Sim, é importante lembrar que a máquina que produz os bonequinhos está disponível apenas no Shopping Recife.

Marcela e Rodolfo escreveram a resenha a quatro mãos <3

O Recife Estranho, fino e descolado, visitou o espaço a convite da assessoria.

Milenna, do Não Cozinhar, e eu trabalhada na riqueza com meu maxi colar e meu cabelo igual ao do Rolo

terça-feira, 25 de março de 2014

Alguns pontos do Recife oferecem outras alegrias da viagem que não pipoca. Um paladar mais ousado se arriscaria a prová-lo. Sem sombra de dúvidas o mais gostoso e refinado item a ser vendido em um sinal é o cavaco.
Cavaco em sua forma original e purista

quinta-feira, 20 de março de 2014

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Canapés da Sociedade Vegetariana Brasileira. Foto: reprodução Facebook

O RecifEstranhO sai de seu recesso nesse dia sem carne! Apesar de historicamente o dia sem carne da gente ser na segunda (geralmente saindo na terça), abrimos essa exceção para o mundo e para a Sociedade Vegetariana Brasileira, deslocando-o para esta quinta (20).

Para a gente, que adora comer, os grandes momentos do evento são os 20% de desconto em pratos veganos no Papaya Verde e Yohei Sushi. Esses dois estabelecimentos produzem comida deliciosa, e, você, não vegetariano/vegano tem esse grande incentivo no dia de hoje para provar sabores diferentes.

Astronauta, vulgo Pedro Carlos, recomenda fortemente o Papaya Verde, que, na sua opinião, é o líder desse ramo região de looooooonge. Ele também sugeriu o Govinda, na Rua da Unicap, mas como eu não sei se ele tá no esquema SVB, não vamos nos deter a ele.
Berinjelas do Papaya Verde. 
Mas você não precisa comer apenas nesses dois lugares para participar do Dia Mundial Sem Carne, pode improvisar alguma salada, sanduiche, macarrão, bomba, grole ou gororoba por sua conta. Quem come na rua, nos self-services e PF's da vida pode ter um pouco de dificuldade, mas nada intransponível com um pouco de criatividade.

Só que a data não se resume apenas a descontos, a SVB vai promover nesta quinta, a partir das 19h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega, palestras, exibição de filmes e debates relacionados ao veganismo e vegetarianismo. Coisas ótimas para aqueles que procuram entender ou respeitar a opção de vida dos outros ou que querem simplesmente compreender mais sobre o tema.

*Rodolfo Nícolas tentou não comer carne as segundas... mas caiu nas trevas mais uma vez.

Serviço:
Papaya Verde
Rua Santo Elias, 409 - Espinheiro - Recife
(81) 3241-6342
www.restaurantepapayaverde.com

Yohei Sushi
Rua João Tude de Melo, 77 - Lojas 28/29 | Shopping Parnamirim – Parnamirim – Recife
(81) 3053.50000
http://www.yoheisushi.com.br/

Cultura Veg
Local: Livraria Cultura do Paço Alfândega - R. Madre de Deus, s/n – Bairro do Reife - Recife
Hora: 19h
Gratuito

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aqui em Recife quando alguém tá com vontade de escutar uma coisinha nova vai na Passadisco e vê o que tem de novo no som de Pernambuco. Tem gente que vai na Flowers ou na Vinil pra encontrar coisas mais especificas do rock e música alternativa mundial. Pra quem curte um som mais pesado tem a Blackout e a Abbey Road. Os mais descoladinhos simplesmente procuram nos torrent’s e 4shared’s da vida. O RecifEstranhO não... quando  queremos renovar os CD’s e MP3’s vamos na primeira carrocinha de rua e perguntamos: - O que é que tá bombando aí mestre?
Sempre ali perto da rua que vende cadeira

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

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Desde menino eu sonhava com a bola quadrada do Quico. Já adolescente gostava do número 4, pois era o quadrado de dois e o número de lados do quadrado. Sempre me atraí por coisas com o nome quadrado no nome, e isso meus filhos, fez eu ser encantado como um rato pelo flautista de Hamelin pela pizza quadrada da Pizza Donna.
Nunca que perderíamos fotos tão bonitas!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

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A Eddie tá aí lançando um disco pra comemorar seus 25 anos de estrada, tal... E a gente aqui fez nossa própria seleção.
Sensacional arte, pó de lua que se cuide