sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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Visitar teatros não é o meu forte. Não que não goste, muito pelo contrário. Acho que é costume (ou a falta dele).

Fui no teatro mas não vi peça ou apresentação. Fui para ver um filme. Fui a dois teatros nesse dia. O Teatro do Parque estava fechado, mas indicava o Teatro Apolo para ver aquele filme baratinho que contrasta com o valor do shopping. Quem paga inteira que o diga.

Até que o filme era recente, estava a pouco no cinema. Mas não vou falar dele, até por ter dormido muito. Se quiser detalhes, pode ver aqui.

No Cine Teatro Apolo de segunda a quarta tem 2 sessões de filmes, bem baratinhas por 2 contos. Lá tem um mural com as peças e apresentações, além de muitos, muitos folders e panfletos.
Foto panorâmica.

Amigo carioca modelo.

Bem legal o fato de ter muita informação no próprio teatro e nas placas. Gosto muito dessas placas espalhadas pelo Recife Antigo, que explicam um pouco da história de cada local. Se o fera que trabalha no teatro fizesse um caô teria sido bem interessante também. Mas ele nem queria vender antecipadamente a entrada, só na hora mesmo.
O vovô do teatro recifense.

Placa efistaile.

Cadeiras e metade da tela.

Meu amigo modelo carioca comentou que frequentava muito o Apolo há uns 6 anos mais ou menos. Ele achou o ambiente meio mal cuidado: as cadeiras estavam meio bufentas (nada rasgado ou sujo), o cheiro de mofo impregnava o lugar, e o calor tava grande. Não ligaram ou não tinha refrigeração no ambiente, 5 pessoas na sala não iam "esquentar" o local.
OMG! What is this?

O Cine Teatro Apolo fica no Bairro do Recife, na rua do Apolo, 121, em um local meio esquisito é verdade, mas que se for durante a proteção do Sol não tem problemas.

Rodolfo Nícolas já tinha ido a esse teatro mas não se lembra de nada.

Obs: as fotos estão boas por eu ter usado o telefone da minha mãe! Voltaremos em breve com a minha câmera normal.
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Oportunidade de ver um musical infantil, baseado em Graciliano Ramos.


Rodolfo Nícolas corria pelado na praia na sua infância.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

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É lááá, no Recife Antigo.


Rodolfo Nícolas nunca colecionou selos.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

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Amanhã aqui em Recife você poderá ajudar o Greepeace na luta contra as mutretagens do congresso! Estão tentando passar uma lei que desconfigura o código florestal para ajudar quem já desmata a fazer pior ainda.

No link abaixo, tem mais informações da campanha e como participar dela, além é claro, da motivação.
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/senado-desliga-essa-motosserra-participe/blog/36966/


Aqui em Recife a parada vai acontecer nesses locais:

Recife
27/9, entre 8h e 12h, no Marco Zero 
Também no dia 27/9, às 19h, palestra no Auditório do Centro de Ciências Sociais da Universidade Federal de Pernambuco -UFPE 


Rodolfo Nícolas quer ser ativista (nem que seja por um dia!).

sábado, 24 de setembro de 2011

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A bienal estreou ontem, e hoje (dia 24) tive que ir lá dar uma conferida (mentira... só fui por que minha irmã e minha prima vieram do interior e tive que ir lá encontrar com elas).
Olha a portinha do evento!

Esta é a terceira bienal seguida que compareço, e até a hora que saí de lá a mais fraquinha. Na verdade foi uma sensação de mais do mesmo para mim. A primeira que fui em 2007 eu trabalhei de chapeado em uma das barracas e terminei conhecendo e aproveitando várias promoções (principalmente a degustação na barraquinha de cachaça de alambique que tinha lá). Na de 2009 fui só de passagem e vi muita coisa repetida, parecia que era 2007 com downgrade. Hoje eu senti outro downgrade.

Não tinha muita coisa de interessante nos stands e livrarias (tirando os mágicos). Algumas livrarias eu nem entrava pois já sabia que ia encontrar os mesmos manuais de química, física e português de sempre. Gramática é outra coisa que o pessoal tenta empurrar goela abaixo.

Claro que alguns stands eram muito bonitos e possuíam material de relevância, principalmente relacionados a literatura infantil. Vi muito material interessante para as crianças e minha irmã comprou muito material legal para minhas primas pirralhas. Tinha desde livros educativos a jogos, mas vi uma coleção na Scipione que me encheu de nostalgia. Era a Salve-se quem puder, uma coleção de livros em que cada página contêm um enigma ou um desafio para poder passar a página. Depois disso sai louco procurando por algo de Stella Carr e o Nariz Detetive, mas infelizmente não achei.
Bons tempos!

Algo mais voltado para o que eu consumo que são quadrinhos e literatura fantástica não tinha nada para ver. Achei o stand da Panini, e Sansão tinha de monte lá mas gibi só uma meia dúzia ao lado de um cartaz. Promoção só se fizesse assinatura da Turma da Mônica para ganhar um Sansão. Perguntei ao boss da área se existia outro local com exposição da Panini e a resposta foi negativa...
De relevante sobre HQ só a área da Fênix (umas das 3 lojas de quadrinhos que conheço aqui de Recife), que não tinha muita diferença da loja física, pois até as promoções eram as mesmas.
Clique para ampliar e ver a imponência do stand da Panini

Tenho que ressaltar os vendedores de literatura de cordel, que continuam firmes e fortes (quem puder visitar o museu do cordel no Pátio de São Pedro não deve perder, é showcesso).
O Diogo Ventania da Editora Mil Touros, que alugou um espaço para expor seu trabalho com literatura infantil, onde ele escreve e ilustra (quando voltar lá com dinheiro vou comprar para minhas primas). Folheei e achei bem legal.
Como sempre milhões de mangás e os Menores Livros do Mundo!!! Este ano eu ganhei um Hamlet do tamanho da falange do meu polegar.
O nome é cordel pois quando eram vendidos em Portugal ficavam pendurados em cordões (uou!)

Editora mil touros

Mangá tava mais barato que no Rio de Janeiro (e mais desorganizado também)

Para mim não valeu. Mas para as inúmeras pessoas que só tem contato com leitura em época de bienal vale, e vale muito. Várias escolas só apresentam a leitura aos estudantes na visita a bienal, vários locais estava lançando livros infantis e os autores conversando com as crianças. Muitos recreadores e artistas incentivando a leitura em muitos locais. Muitas escolas do governo só recebem verba para comprar livros nesses eventos e conversando com alguns professores eles me falaram que também é uma oportunidade de encontrar livros que não tem nas Lojas Americas ou nas livrarias da internet.
Éééé, o tio e a tia da mímica!

Não fui comer e por isso não vi qual era o forró que tocava (vou escolher um dia bem massa perto do final para ir com minha Morena lá dançar um pé-de-serra). De fora vi que o apoio com relação a alimentação está pior! Pelo que entendi tem que sair para poder comer e depois arrodear o centro de convenções para voltar a bienal (um incentivo para comer e lavrar).
Não vi muito apoio para quem estava interessado na programação de palestras, sai de casa sem olhar na internet o que ia rolar e lá não encontrei ninguém explicando algo sobre isso.

Espero que quando eu voltar encontre promoções melhores que a da foto abaixo.
Ô Glória!

A VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, de 23 de setembro a 2 de outubro. A entrada aparentemente custa 8 reais inteira e 4 meia (aparentemente por eu ter entrado de graça, mas a moça disse que por ser antes de 14:00 era assim, mas leve dinheiro para garantir).

Rodolfo Nícolas não tomou nenhum gole de cachaça nesse dia da bienal (ele já conhecia todas que estavam para prova).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

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Essa será a resenha mais rápida de todas, todas, todas...

Sábado, 17/09/11 grande re-re-inauguração do famoso Garagem!
Ninguém sabia o que ia ter lá, mas custava 5 reais para entrar.
Ao chegarmos lá, enquanto ainda procurávamos onde estacionar recebemos uma ligação: -Nos já saímos, está muito ruim lá, não tem música, não tem nada!
Eram 00:30.
Fomos embora.
Fim.
Primeiro garagem antes do fim

Rodolfo Nícolas nunca foi ao Garagem (nem o que derrubaram, nem o que fechou no Antigo, nem esse novo).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

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Novo disco de Lirinha (que aparentemente agora quer ser conhecido como Lira ou José Paes de Lira... espero que seja o primeiro, pois vai ser estranho se referir... ou então vai virar JPdL) disponível para download e para resenha também.

Em seu trabalho solo Lirinha parece estar roendo forte. Roer para quem não sabe, é a expressão salgueirense para dor de cotovelo e as dores do coração em geral. Muitas músicas falando de relacionamentos ou de "como estou aqui pintado de amarelo meu amor, me note por favor". O resultado disso é muito bom! Não por ele estar roendo, mas pelo conjunto da obra.
Capa.

Com as várias participações que o disco tem, ele consegue cativar e passar um som bem original. Ah se não fosse o amor, com Dan Maia é a primeira; ao lado de Fábio Trummer (e acredito que com o resto do Eddie) ele faz as canções mais divertidas do álbum, Ela vai dançar e Memórias, esta segunda a mais bailinho da obra; Com Luciano Queiroga em Noite fria tem uma ciranda; Ducontra é com Bactéria; Nada a fazer tem música de Pupillo, Bac e Neílton;.

Destaco Sidarta das outras parcerias por ela em um jeitão das músicas de Chico Buarque que minha mãe colocava para tocar enquanto ela ajeitava a casa nos sábados e domingos. Essa é com Jorge Du Peixe.

Apresentei as participações por termos as mesmas creditadas diretamente em 6 das 12 faixas do álbum. Na lista geral, as participações são em praticamente em todas as músicas. Isso em momento algum faz a sonoridade perder a identidade. O disco é dele e tem a cara que ele quis dar e todas as faixas são boas.

Escutei a primeira vez de uma tirada só. Até já ouvi duas vezes seguidas, sempre encontrando alguma coisa nova. My life e Electrônica viva são muito divertidas, a primeira o filho dele canta em inglês (quase sem fôlego em alguns momentos), a segunda para mim a que mais lembrou o Cordel. Adebayor é outra muito legal.

Meu único receio é que ele continue fazendo músicas para roer e descambe para a adolescência depressiva como outras banda aí (que vez ou outra se reúne para um último show quando querem trocar as cortinas de casa). Cortar a barba faz parte do processo de se afastar dessa linha.

Baixe o disco, e veja as letras e outras informações no site oficial.

Rodolfo Nícolas acha que o nome deveria ser Cordel do Fogo Envenenado.
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Vários globais... última (e única) vez que fui ao Teatro de Santa Isabel e eles estavam lá, não foi muito bom...
Isto é uma farsa!

Rodolfo Nícolas tem preguiça...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Obra de arte da arquitetura moderna.

Um ícone da Escola Politécnica de Pernambuco, ou simplesmente Poli. Na Lanchonete do Mário (lá em Mário para os de casa) você separa as crianças dos adultos. Quando você encontrar alguém lanchando no "refeitório" desconfie...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

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Coloque na sua agenda e prestigie esse evento.

Rodolfo Nícolas fará um filme (um dia!).

terça-feira, 13 de setembro de 2011

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Este disco tem o maior clássico do Eddie, que de tanto tempo sem ser tocado (parecido com Unforgiven ou Anna Júlia), muita gente nem sabe que é deles. O maior clássico ficou conhecido em Pernambuco pela Nação Zumbi e no Brasil por Cássia Eller. Mas quem prestou atenção ao disco Metropolitano sabia que lá no finalzinho, na última música ele estava lá, mas... A Nação Zumbi apareceu antes de 2006 com essa música (em 2000 pelas minhas profundas pesquisas no Wikipedia)... vai entender. Não sei que rolo fizeram, mas foram os direitos dessa música que permitiram ao Eddie gravar o Original Olinda Style e o Metropolitano.
Capa já pegando fogo...

Ótimo! Bom que conseguiram fazer isso, pois este é um dos melhores discos da banda. Nele o que poderia ser caráter experimental do disco anterior se mostra como personalidade. A digievolução do Eddie trás pra gente a versão de Maranguape (do parceiro Erastos Vasconcelos), a faixa título, a pra dançar agarradinho Danada (com o parceiro Erastos mais uma vez), uma interessante regravação de Ontem eu Sambei - com o nome de ontem eu Sonhei. Nessa última, dá para comparar o que o Eddie já mostrava que ia se tornar no primeiro disco.

Partindo para os hits, os grandes dessa vez foram a belíssima Lealdade e a ótima Vida boa. Nesse disco a vontade de estar sempre se mexendo está cada vez mais presente em quem o escuta. Esses estão sempre nos shows, e Vida boa acredito que é a música mais conhecida deles (interpretada por eles mesmos).

Mias um bom disco de uma banda que mostrou que perdeu a alcunha de experimental para ganhar a de que possui estilo próprio.

No link abaixo baixe o disco e recomende. Vá aos show!
Baixe aqui!
Para comprar recomendo a Passa Disco.

Rodolfo Nícolas estava no domingo do Abril Pro Rock e quando eles tocaram Quando a Maré Encher, não ficou surpreso.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

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Sábado, 04 de setembro de 2011 fui pela primeira vez a famosa galeria Joana D'arc, e foi muito legal.

Famosa por seu público e pelos crepes, eu achava que eram as únicas coisas na galeria. Juro que achei que era um lugar minusculo devido a pequena porta que via ao passar em frente, mas me surpreendi com o local.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

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Comida regional, com jeitão caseiro e preço da hora. No Cantinho da Bel dá para comer e beber bem, sem se preocupar muito com o quanto vai gastar. Isto se você passou no caixa eletrônico antes, pois lá é a moda antiga ainda, só cash.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

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Pasteizinhos sucesso
Sábado, dia 20 de agosto de 2011 um grupinho esperto de amigos resolve conhecer um barzinho esperto na rua da hora e badalar muuuuito. Uuuuuuu! Tá... sem essa galinhagem e bostomenzice toda.