terça-feira, 15 de outubro de 2013

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Há meses eu tentava achar a barraquinha de tapioca que ficava na rua por trás do Shopping Boa Vista e sempre dava de cara com o vazio. Ia no sábado, ia umas 20h durante a semana e nada. Então, dia desses consegui ficar de bobeira na cidade pela tarde e, sem querer querendo, achei a Tapioca Bom Sabor aberta! Alegria alegria alegria, ia poder comer daquelas delícias!
Zéu Britto diria: - Saliva-me!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

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Cada dia é mais difícil encontrar restaurantes com algum prato sem carne, mas tem uma coisa fácil de encontrar em praticamente todas, todas, todas as lanchonetes: o tal do sanduíche de queijo!

Almoço do dia, saboroso e... e... e... esse queijinho derretido é show!

Esses dois sanduíches foram até baratinhos. Não deu para preparar nada em casa para o almoço, então improvisei indo ao posto de combustível perto do trabalho. Tem uma lanchonete lá e peguei as duas opções mais encorpadas (sem carne, claro) que achei.

O primeiro é um sanduíche de queijo minas (que me pareceu um tipo de ricota, mas não sei bem) com orégano e tomate, besuntado por dentro com azeite. Tava muito bom! Nem catei as rodelas vermelhas, e olhe que nem gosto.

Esse pode ser frio mesmo, sem muito calor
A melhor pedida foi o pão de forma com queijo. É muito bom um sanduíche desses naquela maquinha e tal. Esse veio com dois tipos de queijo: prato e provolone. Fica na medida certa o sabor e o queijo escorre pelos cantos aaaaaa.
Queijo derretido aaaaaaaa...
O bom é que essas receitas você pode fazer em casa e levar para o trabalho na lancheira (tá, o com queijo quente depende da sanduicheira, mas Recife tá tão quente que é só deixar um tempinho no sol). Minha lancheira do Jaspion continua a todo o vapor!

Para quem não conseguiu captar com o produto final, vou passar um segredo de gerações de como fazer um sanduíche de queijo. Lá vai:

1. Corte o pão e o queijo.
2. Coloque o queijo dentro do pão.

Qualquer coisa além disso já é definição do tipo de sanduíche e este artigo não se propõe a estudar esse assunto.

Rodolfo Nícolas vai conseguindo não comer carne na segunda.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

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O arrumadinho é uma das melhores coisas que existem em Recife. Não sei se outras cidades do Nordeste têm a mesma relação que nossa Veneza, caso não tenham estão em falha com o mundo. Outra coisa muito boa é o terror, histórias de zumbi e suspenses de morte. Nesta que é, sem dúvidas, a melhor resenha com vídeo da história, apresentamos o Beca Bar, famoso em todos os cantos do Recife como o arrumadinho dos mortos!
E tem gente que é alérgica/Foto: Elias Roma Neto
Contando com uma vasta quantidade de opções de arrumadinho (que eles chamam de arrumadão), dona Beca conquista os clientes pela barriga. Têm os tradicionais arrumadinhos de carne de sol, calabresa e charque. Também os menos conhecidos, mas muito famosos de bacalhau, filé de carneiro, filé de galinha e, por fim, o de camarão. Há também algumas opções de outras comidas regionais (geralmente no sábado) como galinha cabidela e guisada. Ah, a sopa de lá é deveras famosa!

Confira mais da história do Beca Bar e do famoso arrumadinho. Basta dar o play!

No dia degustamos o delicioso arrumadinho de camarão, mas não contente ainda fui de galinha cabidela. Os dois estavam ótimos! Destaque para o feijão. Feijão é bom demais, e quando é de qualidade e bem feito poucas coisas podem rivalizar.
Nunca chamarei de frango ao molho pardo... NUNCA! Foto: Elias Roma Neto
Sou tímida...
O RecifEstranhO agradece a Elias Roma Neto e a Marília Banholzer pela vídeo-resenha!

O Beca Bar fica na Rua Pedro Afonso, 326, em frente ao ginásio do SESC Santo Amaro. Essa rua é onde fica o IML e o velório do cemitério de Santo Amaro e por isso esse apelido não convencional. Nenhum terror na história.
O vídeo é meu amigo
Rodolfo Nícolas doou seu cachê para instituições.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

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Segunda sem carne do RecifEstranhO! A nova melhoooor coluna da segunda-feira!
E na segunda sem carne de hoje: Risoto DB (Dantas Barreto)!
Prepara, que agora, é hora...
Provando que além de não saber tirar fotos também não tenho dom para a cozinha (isso rodolfo, pois marcela comanda), me meti a fazer um risoto de champignom (sem piadinhas). E é super tranquis!

Ligeirinho igual caldo de bila eu vou contar como faz.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Quando eu era pequeno lá no interior, uma das minhas diversões dominicais era comer pipoca na Praça da Igreja após a missa. Entre uma corrida e outra, depois de brigar ou pedir águas nas casas, sempre rolava um saquinho de pipoca.
O charme das carrocinhas de pipoca